
Quero jogar Ping-Pong. Quero! Quero receber o compasso vestido como o mais afincado jogador de ténis de mesa do mundo.
O calção curto, coxa grossa e peluda, a raquete numa mão, a bola leve na outra e o “Ámen” na boca, a sair em forma de serviço com efeito, depois da entrada ao som do “Aleluia, Aleluia” por parte dos fieis paroquianos a quem é dado o privilégio de segurar no compasso.

Qual seria a reacção perante a vestimenta que fugisse ao habitual look “arranjandinho-e-lavado-porque-hoje-é-páscoa”? E se essa vestimenta fosse de tenista de mesa?
E se pedisse para me benzerem a mesa de ping pong em vez de me benzerem a casa?
Existem normas e directrizes, elaboradas pelo Vaticano, que impeçam a bênção de mesas de ping-pong?

Há tantas dúvidas e vontades que eu preciso ver satisfeitas e não existe chocolate ou amêndoas neste mundo capazes de substituir a curiosidade que me fica, quando não as vejo correspondidas!